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O potencial do jornalismo feito pelas crianças

Muitos de nós, adultos, tivemos a oportunidade de participar do “jornalzinho” da escola ou do bairro onde morávamos, quando pequenos.
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Muitos de nós, adultos, tivemos a oportunidade de participar do “jornalzinho” da escola ou do bairro onde morávamos, quando pequenos. Além de prazerosa, essa antiga prática permite ao professor explorar uma série de competências previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), como aquelas relacionadas à educação midiática e à formação cidadã.

Com a popularização das redes sociais e dos smartphones, todos nós nos tornamos jornalistas em potencial. Prova disso é a quantidade de vídeos e relatos enviada por cidadãos durante acontecimentos importantes, como manifestações, acidentes e catástrofes.

De certa forma, portanto, grande parte dos conteúdos produzidos e compartilhados é de responsabilidade de todos nós, cidadãos.

Ao propor a produção de uma peça jornalística pelos alunos, o professor pode estimulá-los com questões do tipo: o que é uma notícia? Isso merece ser publicado? Por quê? A quem interessa essa informação? Existe o risco de alguém ser prejudicado? Essa informação foi confirmada de alguma forma ou é apenas um boato? E por aí vai.

E não precisa ser necessariamente um “jornalzinho”, ou seja, um jornal impresso. Vale revista, programa de rádio, minidocumentário, podcast… Até mesmo o TikTok pode ser explorado como meio jornalístico!

A ideia, claro, não é formar jornalistas profissionais, mas aproveitar o projeto para trabalhar alguns conceitos – aqueles relacionados à educação midiática – na prática.

E você, educador, já realizou algum trabalho jornalístico com seus alunos? Conte para a gente!

A Qualé é uma publicação da Papo Editora (CNPJ. 35.316.905/0001-50). Todos os direitos reservados.
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