Brasil
Curupira é escolhido a mascote da COP 30
Personagem do folclore reforça a importância de cuidar das florestas
A COP 30, Conferência do Clima das Nações Unidas, que será realizada entre 10 e 21 de novembro, em Belém, no Pará, já tem uma mascote oficial. O governo confirmou, nesta terça-feira (1º), a escolha do Curupira, personagem do folclore brasileiro.
Curupira vem da língua indígena tupi-guarani, em que "curumim" significa menino e "pira" corpo. A figura mítica é conhecida por ser o guardião das florestas e dos animais. Segundo a lenda, o menino de cabelo de fogo tem os pés voltados para trás para deixar pegadas e despistar os caçadores e invasores.
O cuidado com as florestas, especialmente a amazônica, é um dos tópicos principais do encontro, que marca os dez anos do Acordo de Paris. O documento determinou metas nacionais e internacionais para limitar o aquecimento da Terra.
Para a organização, que divulgou uma nota, o curupira “reflete o compromisso da presidência brasileira em solidificar ações de redução das emissões dos gases que provocam o aquecimento da Terra.”
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