Meio Ambiente

Tubarões não são os culpados por atacar os humanos

Especialistas apontam um conjunto de fatores para os animais chegarem tão próximo às praias

Por: Maria Clara Cabral

27/03/2023 17:14 atualizado há 21 segundos

Imagem Tubarões não são os culpados por atacar os humanos
Créditos da imagem: iStock

Em apenas duas semanas, três pessoas foram atacadas por tubarões na Região Metropolitana do Recife (capital de Pernambuco). O número é bem alto, se considerarmos que a média de ataques no ano é de 70 em todo o mundo. Depois dos incidentes, a governadora do Estado, Raquel Lyra, disse que abrirá novas vagas para bombeiros atuarem na região e comprometeu-se a fazer uma nova parceria com a Universidade Federal de Pernambuco para estudar meios de prevenção. Desde 2015, a instituição não participa de ações do tipo com o governo.

Mas por que será que tantos ataques aconteceram assim, em tão pouco tempo na mesma região? Especialistas apontam um conjunto de fatores: 

• O primeiro é a degradação ambiental de toda a costa, em parte por causa da construção do Porto de Suape.

• O despejo de esgoto na área prejudica a vida marinha, deixando os tubarões sem muitas opções de alimento.

• A topografia do litoral pernambucano, com um canal profundo perto da costa e antes do recife de corais, levando os tubarões, na maré cheia, a chegar mais perto das praias.

Todos os ataques aconteceram em áreas com placas de aviso sobre os riscos, mas especialistas alertam sobre a necessidade de mais ações de conscientização. “O ambiente desequilibrado não tem volta. Então, se você está em uma área proibida para banho, não entre. Entrou, corre risco de ser mordido”, resume o professor de biologia Andrey Freire.

Curiosidades sobre o terror dos mares

Respiração branquial, isto é, são capazes de retirar oxigênio da água.

Tubarão é o nome popular de um tipo de peixe do grupo dos condrictes, ou seja, dos que possuem esqueleto predominantemente formado por cartilagem.

Órgãos dos sentidos bem aguçados (conseguem enxergar as pernas dos surfistas de longe, por exemplo, frequentemente confundindo-os com focas e outros animais. Também podem sentir muito bem o cheiro de sangue).

O tubarão-branco chega a medir seis metros de comprimento e viver cerca de 70 anos.

Existem diferentes espécies de tubarão, com vários tipos de alimentação. Portanto, nem todos têm o mesmo comportamento.

O tubarão-branco é o mais “temido” dos mares e gosta de animais grandes, como focas, pinguins, tartarugas e outros peixes. Já o tubarão-baleia alimenta-se apenas de plânctons.

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