Escola

Qualé da sua escola: Jovens criam prótese de baixo custo

Impressa em 3D, invenção de estudantes de Santo André (SP) custa R$ 750, bem abaixo do valor das tradicionais

Por: Mayara Penina

08/03/2023 15:45 atualizado há 48 segundos

Imagem Qualé da sua escola: Jovens criam prótese de baixo custo
Créditos da imagem: Divulgação / Freepik.



Em 2013, às vésperas de disputar a Olimpíada de Inverno de Sochi, a ex-ginasta Lais Souza ficou tetraplégica depois de colidir com uma árvore em um treinamento de esqui.

A história da atleta, conhecida durante os itinerários formativos do Colégio Stocco, localizado em Santo André (SP), foi o ponto de partida para os estudantes Lara, Sophie, Érica e João Pedro, então estudantes do 2º ano do Ensino Médio, construírem uma prótese de mão de baixo custo para pessoas amputadas.

Orientados pelo professor Luis Gustavo Alves, criaram uma que custa R$ 750, valor muito abaixo das próteses tradicionais.

“Eles viram a luta de Laís e como a tecnologia pode colaborar com a qualidade de vida das pessoas”, explica o professor.

“Foi a partir das discussões nessa aula que Luis, observando nosso interesse, perguntou se queríamos começar o projeto”, conta Sophie. A estudante Lara afirma que descobriram que muitas pessoas precisam e não têm acesso a uma prótese por causa dos altos preços. “Então a ideia foi justamente trazer uma alternativa para essas pessoas. Algo de baixo custo tão efetivo quanto a próteses que estão no mercado.”


FUNCIONAMENTO

A prótese de mão criada pelos estudantes é impressa em 3D. Depois, diversos elementos, como sensores, baterias e até elásticos de costura e fio de nylon, são inseridos. Resumidamente, ela funciona com um sensor ligado ao corpo da pessoa, que envia as informações de movimento para os dedos da prótese.

O projeto fez tanto sucesso que foi apresentado na Mostra Nacional de Robótica (MNR) no ano passado. “Foi muito legal porque a gente teve contato com diversas pessoas que também tinham interesse em robótica. Pudemos compartilhar com os outros um pouco do que a gente tem pesquisado e, ao mesmo tempo, ver o que eles estão pesquisando”, diz Érica.



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