Mundo
Ursos polares podem desaparecer no Canadá
Estudo aponta que o período sem gelo deve aumentar e prejudicar a vida desses animais

Um estudo publicado na quarta-feira (13) indicou que ursos polares podem desaparecer da baía de Hudson, no Canadá, devido ao aumento da temperatura global. Com isso, a espécie, que costuma se movimentar livremente para caçar focas-aneladas, ficaria prejudicada – a vida em terra não oferece nutrientes suficientes para garantir a saúde deles.
Caso a temperatura global ultrapasse 2ºC (estudiosos afirmam que hoje essa temperatura gire em torno dos 1,2ºC), o período glacial poderá ser drasticamente reduzido. "Esses ursos provavelmente não vão conseguir sobreviver nessa região", afirmou Julienne Stroeve, principal autora do estudo, especialista em mudanças climáticas da Universidade de Manitoba, em Winnipeg, no Canadá.
Segundo a pesquisa, na última década o período sem gelo na baía de Hudson foi estendido em um mês. Com esse possível aumento de 2º, a parte sul da baía ficaria sem gelo quase metade do ano.
Em um mundo em aquecimento, muitos ursos passam mais tempo em terra e precisam se alimentar de ovos de aves, grama e frutos silvestres, o que faz com que percam peso rapidamente.
Mais da Qualé
Donald Trump anuncia pacote de tarifas
Presidente dos EUA estabelece taxa de 10% para o Brasil
Forte terremoto atinge o sudeste da Ásia.
Ao menos 2.900 pessoas morreram em Mianmar e na Tailândia
Câmara aprova ‘Lei Larissa Manoela’.
Texto regulariza gestão do patrimônio de crianças e jovens
Corinthians supera Palmeiras e é campeão.
Empate diante de 48 mil garante 31º título paulista ao Timão
Argentina ganha de goleada do Brasil.
Partida válida pelas eliminatórias da Copa do Mundo termina em 4 x 1
Tricô, crochê e bordado fazem sucesso.
Crianças e adolescentes estão cada vez mais interessados em aprender
Escola combate a gordofobia com arte.
Ensaio e exposição espantam o bullying e o preconceito
Você sabe como se forma um vulcão?.
Especialista explica a origem e traz mais curiosidades
Pandemia do coronavírus completa cinco anos.
Isolamento afetou o desenvolvimento de crianças nascidas nesse período